quinta-feira, 13 de junho de 2013
quarta-feira, 6 de junho de 2012
quinta-feira, 17 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
As vias de comunicação do concelho.
| CALÇADAS ROMANAS/CAMINHOS MEDIEVAIS |
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A presença de vias e pontes romanas em Felgueiras são testemunho de que esta terra se inseria numa região estratégica para os Romanos. Era por aqui que passava a importante via Romana de Braga e Caladuno, de grande
importância económica para este povo.
Na Idade Média, as vias e pontes romanas
foram reutilizadas, e construíram-se outras, pois eram importantes para a
circulação do comércio e dos povos.
Via Romana da Mouta – Espíuca /Caramos; Via Romana de Pombeiro – Lug. Mosteiro/Pombeiro; Via Romana do Ameal – Souto/Refontoura; Via Romana do Arco - Boavista - Vila Fria; Via Medieval do Arco de S. João – Travassós/Jugueiros; Calçada Medieval da Piedade – Mosteiro de Caramos/Caramos; Ponte Romana do Arco – Vila Fria; Ponte Medieval de S. João – Jugueiros; Ponte Medieval de Travassós – Jugueiros |
quarta-feira, 22 de junho de 2011
bordado de Lixa

Os bordados da Lixa, tal como a maioria dos bordados tradicionais portugueses, têm a sua origem em épocas passadas, quando as raparigas tinham de aprender a bordar para realizar o seu enxoval. A arte de bordar era transmitida pelas mães às filhas, passando assim de geração em geração até aos nossos dias.
O bordado de Lixa é executado sobre algodão branco - em que se recortam estrelas, espigas ou cruzes - e prima pela beleza, quer pela perfeição da execução, quer pelas combinações cromáticas ou pelos vários pontos utilizados.
Etnografia e Folclore
VILA COVA DA LIXA
- Abadia de Clérigos e Comenda de Cristo
Freguesia dita principal desta cidade, foi nomeada em 1059, S. Salvador de Vila C
ova, mas só mais tarde, em 1238, é que começou a definir-se como importante Abadia de Clérigos.
Freguesia dita principal desta cidade, foi nomeada em 1059, S. Salvador de Vila C
ova, mas só mais tarde, em 1238, é que começou a definir-se como importante Abadia de Clérigos.Não podemos deixar referir a Velha Igreja, com capela-mor e porta lateral do seu primitivo templo românico, talha da renascença e nave alteada 1718 e recentemente restaurada; a capela de S. Roque, fundada em 1599 por Heitor Vieira de Seixas, devido a uma grande peste que então aqui grassou; a capela de Nossa Senhora das Angústias, fundada em 1656, na quinta de Teixeira, por Manuel Teixeira de Seixas; a capela de S. António de Pádua, fundada em 1660 na quinta brasonada dos Magalhães; e a capela pública da Franqueira, também conhecida por Irmandade do Desterro, fundada por Manuel Ferreira, em 1691, no lugar da Franca Pedra, onde havia uma ermida de S. Sebastião e onde se realizava uma grande feira franca de panos e de tudo o mais, já desde 1560, pelo menos.
MACIEIRA DA LIXA

Necrópole Pré-histórica e Sanatório de Seixoso
A «uilla Mazanaria», como então se designava, aparece pela primeira vez em 1059, no inventário de Mumadona, dizendo pertencer a D. Senhorinha, e, mais tarde, em 1171, num documento inédito de doação feita por Gonçalo Moniz ao Mosteiro de Caramos.
Existem ainda restos de civilizações pré-históricas nos lugares de Cristelo e das Veigas, Lugares típicos: Seixoso, Boavista, Crestins, Cruzes, Marco de Simães, Maçorra, Marantinha, Paço, Passarias, Real e Vila Nova.
A «uilla Mazanaria», como então se designava, aparece pela primeira vez em 1059, no inventário de Mumadona, dizendo pertencer a D. Senhorinha, e, mais tarde, em 1171, num documento inédito de doação feita por Gonçalo Moniz ao Mosteiro de Caramos.
Existem ainda restos de civilizações pré-históricas nos lugares de Cristelo e das Veigas, Lugares típicos: Seixoso, Boavista, Crestins, Cruzes, Marco de Simães, Maçorra, Marantinha, Paço, Passarias, Real e Vila Nova.
BORBA DE GODIM

Alcaidaria de Fidalgos e Comenda de Cristo
Fundada nos fins do século X por D. Analso Guiçóis ou Anulfo Visóis, a igreja de Borba, outrora do concelho de Celorico de Basto, é uma rica peça de património cultural e das mais significativas da região, já por seu nome apontar para uma rara origem em Bormo, deus celta.
Fundada nos fins do século X por D. Analso Guiçóis ou Anulfo Visóis, a igreja de Borba, outrora do concelho de Celorico de Basto, é uma rica peça de património cultural e das mais significativas da região, já por seu nome apontar para uma rara origem em Bormo, deus celta.
Inventário do Património Concelhio - Lixa
quarta-feira, 17 de março de 2010
Dr. Leonardo Coimbra

Leonardo Coimbra (Borba de Godim, Lixa, 30 de Dezembro de 1883 — Porto, 2 de Janeiro de 1936), o filósofo do criacionismo, que foi também professor e político, possui ao menos um texto datado da “Quinta de Balasar”. É o prefácio a uma edição portuguesa, saída em Lisboa, no Porto e no Rio de Janeiro, do importante livro de Platão intitulado Fédon; o pensador concluía assim o seu arrazoado:“Ler Platão é cantar, sorrir, vogar em Beleza! Que a nossa mocidade o leia, há-de sentir o peito alteado de orgulho, a fisionomia animada e forte, expressão dum íntimo movimento harmonioso e contente, que é o próprio bulício das asas da Alegria dentro do coração desperto.
Teorias de efebos, cantando o eterno triunfo da Aurora…Quinta de Balazar. O filósofo Leonardo Coimbra, que chegou a ensinar no antigo liceu poveiro, tem ao menos um texto datado de Balasar.A vinda de Leonardo Coimbra de Braga (onde atravessava um momento de grave dificuldade económica) para a Póvoa deveu-se a Santos Graça, que então lhe arranjou um lugar de professor no Liceu. É possível que a sua estada em Balasar também tenha a ver com este conhecido poveiro. Caso essa estada haja sido um pouco mais que ocasional, é de crer que venha assinalada pelo correspondente local de A Sentinela.O nome de Leonardo Coimbra ocorre nos registos do Liceu da Póvoa de Varzim a partir do ano lectivo de 1912.
quarta-feira, 3 de março de 2010

De nome completo Francisco Ferreira Sarmento de Moraes Pimentel, nasceu em São Tiago de Rande, paróquia e freguesia do concelho de Felgueiras, a 7 de Maio de 1895.
Havendo seguido a carreira militar, desempenhou uma acção preponderante no apoio à manutenção da democracia durante a Primeira República, pois teve participação activa, junto com seu irmão João Sarmento Pimentel, no comando da revolta militar que derrotou a Monarquia do Norte, em 1919. Tendo enveredado pela aviação, foi mais tarde um dos pioneiros da aviação transatlântica, notabilizando-se como autor e piloto da primeira travessia aérea entre Portugal e a Índia portuguesa. Feito realizado pelo mesmo então Tenente-Piloto Aviador Francisco Sarmento Pimentel, por meio de um pequeno avião adquirido a expensas próprias, um “Pus Moth-De Havilland DH 80”, a que deu o nome de “Marão”.
Acompanhado na navegação pelo seu amigo Capitão Moreira Cardoso, fez a ligação desde a Amadora até Diu e Goa, concluída no campo de Mormugão a 19 de Novembro de 1930. Esta viagem foi reconhecida internacionalmente como recordista de 11.800 km, ao tempo distância inédita atingida num só avião, sendo por isso Francisco Sarmento Pimentel agraciado com a Placa da Liga Internacional dos Aviadores. Porém, devido a seus ideais políticos, como oposicionista do regime de Salazar, essa façanha foi menosprezada pelo Estado Novo, apesar de Francisco Pimentel ainda ter sido condecorado com a Ordem de Avis e a Torre e Espada, mas ficando olvidada a pioneira ligação Portugal-Índia dos compêndios, derivado à censura vigente.
Resultante da situação oposicionista à ditadura, viu-se obrigado ao exílio, radicando-se no Brasil como exilado político, onde foi construindo situação social de destaque. Chegando a desempenhar lugar evidente na colónia portuguesa dos amigos da democracia, em São Paulo, ao lado também de seu irmão Capitão João Sarmento Pimentel, e aí acolheu como anfitrião o General Humberto Delgado no respectivo exílio. Após o 25 de Abril, reabilitado como Coronel-Piloto Aviador, foi condecorado com a Ordem da Liberdade. Veio a falecer, em São Paulo, Brasil, a 1 de Agosto de 1988.
Consta no Museu do Ar, na ala dos pioneiros, em Alverca, uma vitrina alusiva ao referido Raid da Amadora/Lisboa-Diu-Goa e ao heróico aviador Francisco Sarmento Pimentel. A sua biografia curricular tem destacado desenvolvimento no livro monográfico “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”, de Armando Pinto, editado em 1997.
Havendo seguido a carreira militar, desempenhou uma acção preponderante no apoio à manutenção da democracia durante a Primeira República, pois teve participação activa, junto com seu irmão João Sarmento Pimentel, no comando da revolta militar que derrotou a Monarquia do Norte, em 1919. Tendo enveredado pela aviação, foi mais tarde um dos pioneiros da aviação transatlântica, notabilizando-se como autor e piloto da primeira travessia aérea entre Portugal e a Índia portuguesa. Feito realizado pelo mesmo então Tenente-Piloto Aviador Francisco Sarmento Pimentel, por meio de um pequeno avião adquirido a expensas próprias, um “Pus Moth-De Havilland DH 80”, a que deu o nome de “Marão”.
Acompanhado na navegação pelo seu amigo Capitão Moreira Cardoso, fez a ligação desde a Amadora até Diu e Goa, concluída no campo de Mormugão a 19 de Novembro de 1930. Esta viagem foi reconhecida internacionalmente como recordista de 11.800 km, ao tempo distância inédita atingida num só avião, sendo por isso Francisco Sarmento Pimentel agraciado com a Placa da Liga Internacional dos Aviadores. Porém, devido a seus ideais políticos, como oposicionista do regime de Salazar, essa façanha foi menosprezada pelo Estado Novo, apesar de Francisco Pimentel ainda ter sido condecorado com a Ordem de Avis e a Torre e Espada, mas ficando olvidada a pioneira ligação Portugal-Índia dos compêndios, derivado à censura vigente.
Resultante da situação oposicionista à ditadura, viu-se obrigado ao exílio, radicando-se no Brasil como exilado político, onde foi construindo situação social de destaque. Chegando a desempenhar lugar evidente na colónia portuguesa dos amigos da democracia, em São Paulo, ao lado também de seu irmão Capitão João Sarmento Pimentel, e aí acolheu como anfitrião o General Humberto Delgado no respectivo exílio. Após o 25 de Abril, reabilitado como Coronel-Piloto Aviador, foi condecorado com a Ordem da Liberdade. Veio a falecer, em São Paulo, Brasil, a 1 de Agosto de 1988.
Consta no Museu do Ar, na ala dos pioneiros, em Alverca, uma vitrina alusiva ao referido Raid da Amadora/Lisboa-Diu-Goa e ao heróico aviador Francisco Sarmento Pimentel. A sua biografia curricular tem destacado desenvolvimento no livro monográfico “Memorial Histórico de Rande e Alfozes de Felgueiras”, de Armando Pinto, editado em 1997.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Projecto "A Europa Mora Aqui"
Os elementos do clube em conjunto com as monitoras do mesmo, deram início às actividades com a participação no projecto "A Europa Mora Aqui".Trata-se de um projecto educativo, promovido pelo Centro de Informação Europeia Jacques Delors, agindo por delegação da Representação da Comissão Europeia em Portugal, que pretende dar a conhecer os resultados concretos da acção da União Europeia, e a forma como estes influenciam a vida dos seus cidadãos.
Um projecto que fará de cada aluno um divulgador activo do projecto europeu.
Dando seguimento ao mesmo, os alunos começaram pela aplicação de inquéritos à comunidade educativa e local, fornecidos pela própria comissão. Posteriormente foi feito o tratamento dos dados obtidos e preenchidas as respectivas grelhas, que foram enviadas para o Centro de Informação Europeia Jacques Delors. Foi ainda elaborado um estudo etnográfico e redigido um texto conclusivo sobre a temática.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Visita de Estudo ao Museu D.Diogo de Sousa e a Pombeiro
Ponte Romana do Arco
Museu D.Diogo de Sousa
Museu D.Diogo de Sousa
A visita de estudo efectuada, para os membros do CPHL, contemplou, durante a manhã,
a visita ao Museu de arqueologia com espólio de Bracara Augusta e do Minho, do Paleolítico à Alta Idade Média, destacando a época romana.
Os alunos tiveram oportunidade de assistir ao trabalho de técnicos habilitados na área de Conservação e restauro e Desenho arqueológico.
Seguidamente ao almoço no shopping, dirigimo-nos para o Mosteiro do Pombeiro e à Ponte Romana do Arco, onde contemplaram o marco do couto do Pombeiro, escolhido para o logótipo do nosso clube.
Regressamos à escola às 17 horas.
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